quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Jornalista Eduardo Costa admirado pela polícia




O jornalista Eduardo Costa esteve presente no Seminário "Mídia e Segurança Pública - Cobertura Policial ou Social?", no dia 18 e promovido pela Faculdade Estácio de Sá, no Prado. Ele reconhece ser antigo o antagonismo entre jornalistas e policiais, em alguns momentos em razão de atos cometidos e muitas vezes devido a matérias veiculadas.



Para ele "a diferença entre o veneno e a cura é a dose", porque o profissional da mídia deve dosar a crítica, ouvir os que se queixam e os que são acusados de arbitrariedade, exigir providências sem prejudicar a imagem da polícia.



O programa Chamada Geral é apresentado pelo profissional na Rádio Itatiaia-BH, de segunda a sábado, de 13 às 14h, de caráter jornalístico, com entrevistas ao vivo e notícias da hora. Tornou-se admirado pela polícia, porque aborda assuntos polêmicos e às vezes delicados, porém com a seriedade e respeito que a entidade espera.

VOLTAR

UM BRASIL MUDANDO
Assista a um trecho da participação do
Jornalista Eduardo Costa, no seminário
Midia e Segurança Pública - Cobertura Policial ou Social?


quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Estudantes se interessam por tema polêmico


Cinco jovens do Centro Universitário Newton Paiva, em Belo Horizonte, pesquisaram sobre o comportamento da mídia impressa brasileira em relação à ditadura militar no Chile, na década de 70. Orientado pelas professoras Adriane Vidal Costa e Juniele Rabelo o grupo desenvolveu estudo intitulado “História, Imprensa e Censura - A Cobertura Brasileira do Golpe Militar no Chile – 1973”.


Tomando por base a mídia impressa, pesquisaram exemplares da época, com ênfase no Jornal do Brasil, Estado de São Paulo, O Globo, Opinião, Jornal da Tarde além das revistas Manchete, Veja e Visão. Segundo informou a aluna Áurea Karine, “é claramente perceptível como militares brasileiros se empenharam em apoiar, no Chile, a imposição do General Pinochet no poder. Afinal, isso fortalecia o regime brasileiro, também imposto em 1964, quando entrou para a presidência da república o Marechal Castelo Branco”.


Os alunos Áurea Karine Graças Gonçalves, de São João do Paraíso-MG, Ana Paula Araújo, Ana Clara Otoni, André Souza e Gabriel Costa, quatro deles do curso de jornalismo e um de História, são os protagonistas do trabalho. Eles aguardam, agora, o patrocínio de alguma instituição que se disponha a financiar a impressão de uma livro sobre a pesquisa realizada.






Conheça também:

Blog da Áurea

Ouça a entrevista com a estudante Àurea



segunda-feira, 1 de setembro de 2008

nova janela

esse link do uol vai abrir uma nova janela

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Até agora corações brasileiros só batem em som de bronze

Se o Brasil é a grande expectativa nas copas mundiais de futebol, o mesmo não se pode dizer nas olimpíadas. Em 37º lugar, até agora conta apenas com quatro medalhas de bronze, mas relembrando seu desempenho em participações anteriores, dá para sentir certa esperança.


O nadador Cielo além de exibir feliz e beijar a medalha conquistada, deu receita: “Me benzi umas 37 vezes”. É certo que por trás disso houve muito esforço, preparação e bom desempenho, caso contrário não há santo que queira bancar o milagre para quem não o mereça.


O basquete feminino, embora tenha aberto o jogo com 12 pontos à frente, perdeu para a Letônia. A choradeira foi geral, mas resta a esperança na partida programada para sexta-feira, contra a Rússia. Até lá as jogadoras estarão refeitas do susto e, quem sabe, fazem cestas e colhem o ouro da vitória.


Márcio e Fábio Luiz obtêm vitória contra os russos e já garantiram vaga nas oitavas de final. No voley masculino o Brasil perdeu para Rússia de 3 a 1. Não se pode debitar a Giba o peso da derrota, mas é que o jogador apresentou problema no ombro e com isso complicou o desempenho da equipe.

Vamos torcer pelos nossos atletas porque até o dia 24 há muita água para correr. Otimismo, benzeções e samba podem ajudar, mesmo porque nossa seleção masculina de futebol anda exibindo por lá instrumentos de percussão que chamam a atenção até mesmo da FIFA. Com todo esse barulho, quem sabe o Brasil desperta e venha a destinar mais atenção e verbas aos esportes, de forma geral, a fim de que nos próximos certames nossos corações possam bater em som de ouro com as medalhas conquistadas.